Quando eu estava na escola, lá nos distantes anos 1980, era comum que os meninos da turma fizessem anualmente uma lista das meninas “mais bonitas da sala”. Olhando agora, essa brincadeira machista soa inocente e boba. Parece que muitas coisas pioraram nesses 40 anos.
Agora, uma nova tendência macabra aparece em escolas e universidades: a “modinha” (com mil aspas, já que se trata de um crime) é fazer listas de “garotas estupráveis” entre as colegas. Não me atrevo a tentar entender o que esse conceito significa. O que sei, com certeza, é que estamos diante de um crime.