A gestão tradicional de empresas persegue ativos saudáveis e líquidos. Fundos que operam no regime de ‘Special Situations’, não. Eles mergulham em águas turvas onde o capital convencional não quer ou não pode entrar: empresas em crise, grandes dívidas não pagas, disputas judiciais e ativos cuja precificação foi distorcida por problemas financeiros, jurídicos ou reputacionais das corporações.
O risco é alto e exige disposição dos operadores para lidar com parceiros de histórico delicado, tanto no plano econômico quanto no de imagem. Precisam revelar competência para transformar situações que afastam o investidor comum em oportunidades de retorno.