A imagem de bom moço que o presidente do PSB, João Campos, cultivou no coração do poder e no do presidente Lula ao longo dos seis anos e meio durante os quais ocupou a Prefeitura do Recife anda arranhada por dois eventos ocorridos nas últimas semanas.
O principal deles, a certeza entre os articuladores políticos do Palácio do Planalto de que o Partido Socialista Brasileiro só deu a Jorge Messias, em plenário, quatro dos sete votos que tinha no plenário do Senado quando foi a votação a indicação para o Supremo Tribunal Federal em 29 de abril.