Vida e morte como pagamento ao pastor e à máfia dos cigarros

A venda de cigarros falsificados abaixo do preço, no RJ, tinha como "moeda de cobrança" a própria vida de quem estava nos esquemas controlados por Adilsinho e Pastor Poncio

Por Flávio VM Costa

Nas áreas do Rio de Janeiro dominadas pelo bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, é liberada a venda dos cigarros ilegais fabricados pelo grupo comandado por Márcio José Matos de Souza, conhecido como pastor Marcio Poncio. Ele foi preso pela Polícia Federal no último dia 2 no âmbito da quinta fase da Operação Unha e Carne, autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Conteúdo para assinantes

Tenha acesso ilimitado a todas as edições, com reportagens exclusivas, análises jurídicas e políticas, além de um olhar crítico sobre a história sendo escrita diante dos nossos olhos.