Ainda que tenha conseguido manter viva a pretensão de se tornar presidente da República até a manhã do sábado, 25/7, quando o Partido Liberal fez sua Convenção Nacional, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) jaz politicamente morto na cena eleitoral.
Sem conseguir unir em torno de si sequer o famigerado Centrão – siglas como União Brasil, PP, Novo, PSD e Republicanos –, ou mesmo a própria família, restou-lhe buscar a sagração ligeira como candidato fátuo.