Sobre a mesa de Donald Trump, no primeiro dia de trabalho do republicano no Salão Oval, em 20 de janeiro de 2025, uma ordem executiva instruía a Procuradoria-Geral a garantir que todos os estados onde a prática é autorizada tivessem drogas letais e agulhas para implementar penas de morte. No mesmo decreto, o presidente afirmou que “políticos e juízes que se opõem à pena capital desafiaram e subverteram as leis do nosso país”.
Trump, um ano depois, foi além. Na semana passada, seu governo anunciou, com orgulho, a retomada do uso de pelotões de fuzilamento para cumprir penas de morte nos EUA. O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça, num comunicado no qual diz que está tomando medidas para acelerar a implementação de decisões judiciais contra condenados à pena capital.