Urgência nacional: recivilizar as instituições

Em ano eleitoral, é hora de rever nosso arsenal democrático

Não é hora para se pensar em “Assembleia Nacional Constituinte”, “miniconstituinte” ou revisão constitucional com quórum e rito de aprovação de emendas constitucionais mais reduzidos, como o previsto pelos constituintes originais de 1987/1988. Porém, os tempos estranhos que vivemos exigem do próximo Congresso Nacional (a ser eleito em outubro deste ano) e da atual composição do Supremo Tribunal Federal um desprendimento das intrigas comezinhas e um espírito público que o conjunto dessas duas instituições republicanas não têm tido a maturidade de demonstrar.

Deputados e senadores terão de recuar no avanço que promoveram em direção ao Tesouro Nacional, a partir da gestão do Orçamento Geral da União e do rol de escândalos de corrupção advindos dali.

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