‘A extrema direita deixou de negar o Holocausto para negar o genocídio’

Pesquisador da UFRJ analisa discurso hegemônico em Israel com Netanyahu

No dia 10 de outubro, Israel e Hamas assinaram, no Egito, um acordo intermediado pelos Estados Unidos, que prevê cessar-fogo indefinido e a libertação de capturados israelenses e palestinos.

O acordo viria após dois anos em que mais de 67 mil pessoas morreram devido aos ataques israelenses e depois da destruição da maior parte da infraestrutura de Gaza, de uma crise humanitária catastrófica e, nas palavras da comissão investigadora da ONU, de um genocídio cometido por Israel na Palestina.

Conteúdo para assinantes

Tenha acesso ilimitado a todas as edições, com reportagens exclusivas, análises jurídicas e políticas, além de um olhar crítico sobre a história sendo escrita diante dos nossos olhos.