Não há mais um bloco unido de oposição ao governo do presidente Lula no Brasil. É improvável a existência de um candidato único antagonizando o petista em 2026, quando ele tentará ser reeleito para o quarto mandato. A extrema-direita e seus satélites, desplugados do que restou da direita liberal e democrática no país, está rachada como nunca ocorreu, desde que se uniram em 2015 para eleger Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados, impor uma agenda regressiva à civilidade e deletéria à economia nacional e empreender a deposição de Dilma Rousseff por meio do impeachment sem crime de responsabilidade (que é golpe).
Na segunda-feira, 29 de setembro, o ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, Jair Bolsonaro, recebe o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com a pretensão de fazer caber nele um figurino roto e desconfortável: