Um pornô nada soft 

Pornografia de plataformas digitais banaliza e estimula violência contra as mulheres

“Disse ao meu filho de 14 anos que não pode gozar na cara. Não pode bater o pau na cara. Aliás, não pode bater!”.

O comentário feito por uma promotora de Justiça, durante um evento do Ministério Público, em meados de março, ilustra o dilema de uma mãe cujo trabalho passa por compreender como a pornografia digital molda o comportamento de uma geração.

Conteúdo para assinantes

Tenha acesso ilimitado a todas as edições, com reportagens exclusivas, análises jurídicas e políticas, além de um olhar crítico sobre a história sendo escrita diante dos nossos olhos.