Não deveria ter sido assim.
O entardecer da primavera de 2025 poderia ter flagrado o 38º presidente da história republicana do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, preparando-se para liderar um programa de governo e de ocupação do poder com ideias saídas do espectro mais conservador da sociedade. Montando palanques nos estados com seus aliados. Decidindo se encararia uma nova campanha nacional diretamente, doando-se aos seus e cumprindo a jornada de herói para eles ou se usaria a prerrogativa do transe mítico que provoca em um quarto do país para promover um dedaço e indicar um candidato a sucedê-lo no campo da direita e da extrema-direita.