A frase do título não é minha, é de B. Russel e de A. Einstein em seu Manifesto de 9 de julho de 1955 contra os perigos de uma guerra nuclear e pela paz. Esse é o grande anseio da humanidade, sempre frustrado e sempre, de novo, renovado. Sem essa utopia pela qual lutamos para que seja viável, não pode ser nunca abandonada, pois seria cinismo face às vítimas das guerras e deserção de qualquer sentido ético.
Toda guerra sacrifica milhares e até milhões de pessoas. Ela condena Caim, que matou seu irmão Abel.