Thiago Toscano, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), e os ex-presidentes da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Fernando Passalio e Guilherme Duarte, têm seus nomes citados no âmbito das investigações das relações empresariais entre Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel com o setor de mineração e exploração de águas nas empresas públicas mineiras. A trinca trabalhou sob o comando do governador Romeu Zema (Novo), que deixa o cargo para disputar a presidência da Reública.
Vorcaro e Zettel são mineiros, da mesma geração dos três ex-executivos de empresas públicas de Minas Gerais e mantiveram contatos empresariais com Toscano, Passalio e Duarte. O trio deixou o governo Zema e retornou à vida privada antes de o Banco Master ser liquidado. Fora da administração pública, deram consultoria ou integraram conselhos de empresas que tinham a participação do Master, ou de Vorcaro, ou de Zettel ou da Super Empreendimentos, pessoa jurídica usada por Zettel para diversas finalidades.