A ONU precisa, em 2026, de apenas 1% dos gastos destinados pelos governos para armas para sair ao resgate de 87 milhões de pessoas que vivem uma crise humanitária profunda. Constrangida e indignada, porém, ela não sabe se irá conseguir reunir o dinheiro.
Nesta semana, a entidade apresentou seu orçamento e seu programa para as operações humanitárias no próximo ano. Mas, diante do que ela descreve como sendo uma “indiferença global ao sofrimento humano”, o alerta é sobre os cortes profundos no compromisso de governos europeus, dos EUA e de outras grandes economias para garantir ajuda aos mais necessitados.