O futebol racista, misógino e populista

Preconceitos fazem parte do inconsciente, razão pela qual são tão difíceis de combater

Já dizia o escocês filósofo Bill Shankly (1913-1981), lendário treinador do então dominante Liverpool nas décadas de 1960/70, que “o futebol não é uma questão de vida ou de morte; é muito mais do que isso”.

Mal sabia ele como no Brasil sua dramática definição encontraria adeptos ao pé da letra entre os influenciadores clubistas no século 21.

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