Em 2017, num longo artigo publicado nos cadernos do Itamaraty, um diplomata sinalizava para a existência de um movimento que poucos poderiam imaginar que existia: o messianismo trumpista dentro da própria chancelaria brasileira.
O diplomata reivindicava naquele documento que, “ao chamar por Deus, Trump ataca o cerne da pós‑modernidade”. “Não se deve ler Trump pela chave das relações internacionais ou da ciência política, mas sim da luta titânica entre a fé e a sua ausência, entre o mundo construído pela fé e o mundo que vai sendo destruído pelos valores”, disse.