Entre tantas teorias da conspiração ridículas que envolveram o atentado contra o então candidato Jair Bolsonaro, uma tem defensores de postura mais equilibrada e quase silenciosa: a facada teria sido planejada dentro da família para que, pai morto, filho posto – como sucessor em eleição no papo.
O escolhido para cometer o crime, louco de pedra, Adélio Bispo, foi colega de Eduardo e Carlos Bolsonaro em um clube de tiro em Santa Catarina e, de tão incompetente, apenas feriu a vítima.