Bolsonaro preso, a direita dividida, Trump de boa com o Brasil e Sóstenes Cavalcante flagrado com R$ 470 mil em dinheiro vivo no armário de casa. As notícias têm sido muito positivas para os democratas nos últimos tempos. Mas que essa maré mansa não engane ninguém: o ano que começa será marcado pela eleição que poderá definir um retrocesso civilizatório ainda maior do que aquele experimentado até aqui.
Não me refiro à eleição para a Presidência, mas à composição do Senado. Como o próprio presidente Lula alertou, a escolha dos senadores será mais importante até do que a votação para o chefe do Executivo federal.