Um magistrado de grande apelo e presença midiáticos está a avisar aos mais chegados, há semanas, que se separou da esposa. Mas, nega em seguida que o pivô da separação seja mesmo uma jornalista de igual octanagem midiática que também saiu de casa e colocou o casamento em “modo DR” com o marido.
Como todos são presença marcante e quase diária no noticiário, inclusive a ex-mulher do togado que integra uma das cortes superiores da República, a fofoca tocou fogo nas conversas ao pé do ouvido em Brasília. Ninguém que escute o desmentido do magistrado lhe concede crédito. Porém, todos lamentam a troca de par: advogada, atuante, militante das causas sociais, a ex-mulher sempre é celebrada aonde chega; amarga e arrogante, intelectualmente modesta, a jornalista vive sendo lançada ao escanteio nas rodas sociais.
O episódio remeteu ao arquivo auricular da coluna Reserva Exclusiva que há alguns anos escutou a seguinte história:
“Recém-empossado no Supremo Tribunal Federal, um ministro pediu ao chefe de gabinete com quem saía para um jantar privado:
- Por favor, pega o meu Viagra ali, na cadeira de minha mesa.
Tendo ido até a mesa do chefe e revirado tudo sem encontrar nenhum comprimido do medicamento estimulante sexual, o assessor retrucou:
– Não tem Viagra nenhum aqui.
O ministro ainda jovem no STF contestou, apontando com o próprio indicador:
– Tem sim. Olha aí, na cadeira. É a toga. A toga é o meu Viagra!
Os dois riram enquanto o chefe de gabinete entregava a “toga azul” ao deslumbrado magistrado.”
Em Brasília, as togas também podem ser azuis – e assim será, se lhes parecer que possa ser.