O BRB face a face com sua ruína

Encerrado o processo eleitoral, o Banco Central tem sinal verde do governo federal para executar o que já devia ter sido executado: a liquidação extrajudicial do Banco de Brasília

Com um rombo superior a R$ 8 bilhões, sem publicar balanços patrimoniais há cabalísticos 13 meses e com um passivo a descoberto que deve superar R$ 60 bilhões, o Banco Regional de Brasília já tem as bananas de dinamite instaladas em suas estruturas carcomidas e implodirá antes do início do período natalino. A direção do BRB não consegue mais renovar aplicações e nem tem energia financeira para fazer face aos constantes e crescentes pedidos de saques de aplicações financeiras. A instituição já foi a segunda maior financiadora do mercado imobiliário nacional depois da Caixa Econômica. Depois das marretadas tentadas pelo trio Daniel Vorcaro, Ibaneis Rocha e Paulo Henrique Costa (ex-presidente do banco), amarga intensas desconfianças da clientela e caiu para sexto lugar em concessão de financiamentos imobiliários.

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