Há uma maneira simples de responder ao negacionismo das vacinas: olhar para a história.
Antes delas, doenças infecciosas faziam parte da vida cotidiana. Crianças morriam de sarampo, coqueluche, difteria e tétano. A poliomielite deixava milhares de pessoas com sequelas. A varíola matava um percentual altíssimo dos infectados e deixava muitos sobreviventes cegos ou marcados para sempre.