Sempre que o Supremo Tribunal Federal atravessa um momento de desgaste público, a resposta automática costuma ser a mesma: propor uma nova lei, um novo código, uma nova reforma.
O debate ressurge, quase sempre, após a exposição de episódios concretos – caronas em jatinhos, presença em festas privadas, jantares exclusivos, encontros no Exterior, reuniões a portas fechadas entre ministros e o advogado-geral da União –, que alimentam a percepção de proximidade excessiva entre julgadores e determinados atores institucionais.