No final do mês de agosto de 2025, quando já tinha o mandato sub-júdice por pedidos de vistas ao processo que terminou por cassá-lo no Tribunal Superior Eleitoral, o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, autorizou o funcionamento das 15 bets legalizadas pela Loterj de uma forma considerada ousada até pelos mais antigos e polêmicos “capitães” do jogo do bicho no estado. Em território fluminense, as bets podem operar por meio de “vídeo lottery terminals” (VLTs).
Esses terminais de vídeos por meio dos quais são feitos e pagos (exclusivamente por pix operado pela fintech PIXs que tem na ponta uma administradora indicada pelo advogado amigo de Flávio Bolsonaro) os jogos podem estar instalados em totens, terminais de apostas semelhantes aos velhos caça-níqueis e “smartPOS”. Os tais “smartPOS” são telas sensíveis ao toque desenvolvidas a partir da tecnologia dos tablets que funcionam como cardápio em alguns restaurantes.