A China e a Inteligência Artificial

IA domina o cotidiano do cidadão chinês em todos os níveis – do mais prosaico ao mais complexo

O tema deste artigo poderia pertencer a uma enciclopédia dos contos de Jorge Luis Borges: múltiplo e potencialmente infinito. Serei, contudo, mais modesto. Limitarei minha perspectiva às viagens acadêmicas que tenho feito à China nos últimos anos. E, antes mesmo de principiar, um reconhecimento, ainda mais modesto: em nenhuma circunstância, devo ser visto como especialista em China. Há no Brasil pesquisadores que se dedicam há anos ao tema e têm muito a nos ensinar. Penso em nomes como Elias Jabour, Evandro Carvalho e Maurício Santoro – aprendo bastante com o trabalho deles.

(Sou apenas um professor latino-americano, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e nem sei mandarim.)

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