A maneira como ocupamos o tempo contado no relógio ou distribuído no calendário se altera conforme a época e o lugar em que vivemos.
Na tradição cristã, o tempo livre sempre foi olhado com desconfiança. No mínimo, é visto como um descaso perante as obrigações espirituais. Por essa perspectiva, não que a ociosidade conduza ao pecado – ela própria é um dos sete pecados capitais com o nome de preguiça. “Pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” (Eclesiastes 10:18).