O roubo de celular é um drama cotidiano em qualquer grande cidade brasileira e deve voltar à pauta durante as eleições. Trata-se de um crime comum que coloca em risco um patrimônio proporcionalmente caro e indispensável, mas que é, ao mesmo tempo, um dos itens mais fáceis de subtrair em um assalto rápido no ônibus ou na rua.
Tornou-se tão comum que muita gente já sai de casa levando o chamado “celular do ladrão”: um aparelho velho e sem uso, pronto para entregar caso seja vítima de uma abordagem do tipo. É tanta indignação manifestada rotineiramente nas redes que pode causar surpresa a afirmação inicial encontrada pelos pesquisadores da Ágora Consultores: para a maioria dos brasileiros (65%), roubos de celular à mão armada estão, sim, relacionados a problemas sociais.