A carta roubada dos Arquivos Epstein – I

Não é preciso travestir-se de Ethan Hunt para brincar de detetive no maior escândalo sexual e político do século 21

Há algo de muito inquietante nos Arquivos Epstein. E não me refiro ao conteúdo criminoso e ao caráter horrendo dos atos praticados por Jeffrey Epstein e seus cúmplices. Penso em algo prosaico e, por isso mesmo, mais decisivo do que imaginamos.

Eis: não há algo de podre na forma da difusão dos Arquivos? Ou seja, qualquer pessoa ao redor do planeta pode brincar de detetive dos malfeitos alheios. Basta armar-se de paciência e curiosidade para entrar no sítio do Department of Justice dos Estados Unidos.

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