Análises vêm mostrando que existem diversas formas de masculinidade. A chamada “masculinidade tóxica”, por exemplo, se refere ao exercício masculino de “envenenar”, moral e psiquicamente, outrem. Na verdade, esse “outrem” é uma mulher ou as mulheres, alvo necessário do “sujeito do gênero” definido como “homem”.
Há ainda o “macho limítrofe”, que encena sua masculinidade como arma no exercício do “grotesco sexual” e da desqualificação política com seus efeitos de poder, tal como vemos nos homens da política fascista (e mulheres a eles associadas) em seu exercício de violência decorativa.