Ela saiu em defesa da direita boliviana acusada de golpe de estado, sugeriu apoio à ofensiva do Departamento de Estado supostamente contra o crime organizado na América Latina, defendeu que Cuba esteja na lista dos países que apoiam o terrorismo, chorou da morte do influenciador de extrema direita Charlie Kirk e marcou, de forma emocionada, o “dia das vítimas do comunismo”.
Mas manteve um silêncio ensurdecedor diante das violações de direitos humanos cometidos pelo governo de Donald Trump, inclusive contra latinos.