Theodor Adorno, ao refletir sobre os escombros da então “civilização” europeia do pós-guerra (1945), questionou como seria possível a educação após os horrores de Auschwitz. Hoje, diante das imagens de Gaza, com mulheres e crianças reduzidas a pó e sangue, somos forçados a nos perguntar: que tipo de comunicação crítica e de educação emergirá da vil “contemplação” do mundo diante deste genocídio?
A pergunta de Adorno ecoa com uma urgência absoluta, não como um exercício diletante, mas como um imperativo ético diante da barbárie transmitida ao vivo, em tempo real, através das telas que conectam o mundo.