Quem defenderá a Europa?

Putin e Trump parecem ter orquestrado uma operação para testar os limites dos europeus

Dois anos depois de a guerra entre a Ucrânia e Rússia começar, governos europeus promoveram uma reunião para debater um tema sensível: o seu próprio abastecimento de armas. Por meses, e de forma inédita desde o final da Guerra Fria, o continente havia se mobilizado para enviar armas para Kiev, na esperança de que a resistência fosse o suficiente para barrar os russos.

Naquela reunião, foi decidido que, apesar dos estoques baixos, era necessário continuar o fluxo de armamentos. Hoje, a Europa tem outra pergunta: quem a defenderá?

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