De Silfra, Islândia
Submergir o rosto numa água praticamente congelada gera impactos contraditórios. Nos primeiros minutos, a sensação é a de que você perde o controle sobre os movimentos faciais. A água queima e, depois, anestesia. É necessário manter uma certa concentração para continuar respirando. Mas, quando eu consegui superar o choque e abri os olhos, numa máscara sob forte pressão, o que eu vi foi um mundo encantado.