Flávio Bolsonaro, candidato a governador do 51º estado

Se bolsonarismo voltar ao poder, nosso destino não será mais traçado no Palácio do Planalto

Em 2017, num longo artigo publicado nos cadernos do Itamaraty, um diplomata sinalizava para a existência de um movimento que poucos poderiam imaginar que existia: o messianismo trumpista dentro da própria chancelaria brasileira.

O diplomata reivindicava naquele documento que, “ao chamar por Deus, Trump ataca o cerne da pós‑modernidade”. “Não se deve ler Trump pela chave das relações internacionais ou da ciência política, mas sim da luta titânica entre a fé e a sua ausência, entre o mundo construído pela fé e o mundo que vai sendo destruído pelos valores”, disse.

Conteúdo para assinantes

Tenha acesso ilimitado a todas as edições, com reportagens exclusivas, análises jurídicas e políticas, além de um olhar crítico sobre a história sendo escrita diante dos nossos olhos.