Enquanto feministas e antifeministas discutem a falsa questão sobre se Erika Hilton é ou não “mulher” e se ela deveria ou poderia representar as mulheres na até então apagadíssima “Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados” (e “das deputadas”, ainda que sejam poucas), Damares Alves fala na tribuna para colocar em dúvida a lei contra a misoginia, finalmente aprovada no Senado do qual ela faz parte.
Não há grande movimento nada redes para dizer que Damares, afundada no paradoxo, não pode representar as mulheres.