“Quando Bertolt Brecht escreveu que havia homens imprescindíveis, porque lutavam a vida inteira, certamente pensou em alguém como o jornalista Sérgio de Souza.
Quando Miguel de Cervantes imaginou seu cavaleiro magro, alto e inconformado com as injustiças, talvez conhecesse alguém como Souza viria a ser numa carreira que fez do jornalismo, verdadeiramente, um sacerdócio.