A presença de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho na cerimônia do Oscar deste ano confirmou uma fase de ouro do cinema nacional e projetou um país ousado num contexto político tenso da defesa da democracia no mundo.
Pelo segundo ano consecutivo, a premiação destacou filmes brasileiros que resgataram o passado de brutalidade do Estado. Se Walter Salles, em 2025, destapou a história de uma família que optou pela resistência, O Agente Secreto, agora, serve de recado contundente sobre o que ocorre quando, numa sociedade, o Estado de Direito, a democracia e a Justiça desaparecem.