Capas da The Economist “falam” bem mais do que mostram. Sempre foi assim. Faz tempo, mais de 160 anos, que essa revista é arauto do pensamento liberal clássico. Geralmente, é mensagem de alto impacto. No texto e no subtexto.
Quanto ao Brasil, muita gente lembra do Cristo Redentor subindo como foguete e, anos depois, despencando. Já a capa recente, sugerindo que os EUA precisam copiar a proteção à democracia praticada aqui, é daquelas mensagens definidas como indiscutíveis. Mas, afinal, o que acontece com um PIB de quase US$ 30 trilhões que precisa “aprender” com um país que tem riqueza de pouco mais de US$ 2 trilhões?