‘Jogo Sujo’, no prelo, traz relato das manipulações de poder

"Carlinhos Cachoeira, O Bicheiro da República" é o subtítulo do livro que contará como deu tudo errado para a mídia tradicional brasileira quando ela se uniu ao jogo do bicho para operar o poder
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Sai nas primeiras semanas de abril desse ano, com o selo da Geração Editorial, mais um thriller político-jornalístico de autoria do jornalista Luís Costa Pinto (da equipe de comentaristas do ICL). O título é “Jogo Sujo”. O livro traz relatos de manipulação política, venda de informações e guerra cerrada pelo poder em Brasília num período compreendido entre 2003 e 2012. Foi quando o protagonista das histórias reais ali narradas, Carlinhos Cachoeira, se tornou conhecido como “O Bicheiro da República”.

O livro tem prefácio de Fernando Morais, um dos grandes biógrafos do país, autor de “Chatô, O Rei do Brasil”, “Olga”, “O Mago” e “Lula”, entre outros, e posfácio de Eduardo Moreira (economista, produtor e criador do ICL). Nele, conta-se como o goiano Carlos Augusto Ramos conquista a liderança do lobby pela legalização do jogo no Brasil (qualquer tipo de jogo num cenário pré ‘bets’) e termina por se converter numa das grandes fontes da mídia tradicional na capital brasileira.

As informações passadas por Cachoeira ou produzidas por ele (muitas vezes, a pedido das redações) eram usadas em textos e edições que visavam enfraquecer ou mesmo interromper os dois primeiros mandatos de Lula na presidência da República. “Jogo Sujo” mostra as engrenagens de Brasília funcionando à base de dinheiro, informação e poder.

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