Exploração sexual, aliciamento de crianças e adolescentes, dinheiro e poder. Era abril de 2021 quando documentos, depoimentos e uma imagem de embrulhar o estômago vieram a público: meninas de biquíni dentro de uma piscina, abraçadas a um senhor, entoando em coro “êô, o Samuca é o terror”.
No centro da cena, estava o empresário Samuel Klein, fundador das Casas Bahia, gigante do varejo que se tornou um ícone popular no Brasil nos anos 1990, por meio do crediário acessível e do bombardeio de propagandas com slogans e jingles que grudavam na cabeça.