Na denúncia da Procuradoria Geral da República, Jair Bolsonaro é apontado como chefe da quadrilha que tentou desfechar um golpe de Estado no Brasil. O bando criminoso tinha sete outros líderes, integrantes do chamado “núcleo crucial”, que inclui três generais, um almirante e dois ex-ministros do governo Bolsonaro, além do tenente-coronel e delator Mauro Cid.
É possível alargar a quantidade de asseclas e dizer que, em torno do chefe, havia cerca de 30 criminosos, distribuídos pelos vários núcleos de atuação – descritos de forma minuciosa na denúncia da PGR. Em sua imensa maioria, militares.