Genocídio não é uma questão de opinião. A frase forte e certeira encabeça a carta de protesto de jornalistas, escritores e ativistas contra a decisão editorial do jornal The New York Times de apoiar o chamado “direito de defesa” do estado de Israel, mesmo diante da limpeza étnica em curso na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
Me lembrei do rompimento de uma amizade de mais de 30 anos, quando voltei da Palestina, em novembro de 2023. A “ex-amiga” me acusou de ser tendenciosa ao relatar o que acontecia por lá. Minha única resposta: não existem dois lados quando se trata de genocídio.